Felipe Moura Brasil

Felipe Moura Brasil


Diretor de Jornalismo da Jovem Pan. Âncora e comentarista. Colunista da Crusoé. Maior influenciador político do Brasil no Twitter, segundo estudo da Stilingue.

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“Pode ser interessante, natural na minha carreira, dentro da magistratura”, diz Sergio Moro na Jovem Pan sobre eventual indicação ao STF.

“Triste, mas real.” Legal, mas “SACANAGEM”.

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Eu e alguns outros incomodamos o “embaixador” do fundo partidário, pois ele se acostumou a reagir a demonizações por parte de esquerdistas, não à vigilância por parte de quem combateu a roubalheira do PT. Então apela: insinua motivo oculto, inventa “amizade”, manipula “profecia”.

Senador Lasier Martins fala em #OsPingosNosIs  sobre a PEC que altera as regras de indicação de ministros do STF.

Após ter comunicado à emissora que não renovarei meu contrato, aproveito até seu fim férias acumuladas e muito samba; mas tenho meu destino pós-carnaval. Proposta irrecusável para meu jornalismo independente e vigilante. Obrigado a todos pelo barulho.

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Juntando tudo: ministros do STF legislam, fatiam, mandam soltar bandidos, atacam Lava Jato com base em material roubado, abrem inquérito ilegal, censuram revista, viajam com mordomias e cônjuges às custas do Estado, criticam adversários de modo covardemente anônimo pela imprensa.

Era uma vez um país onde bandidos se aproveitavam da bonança para roubar, causando prejuízos bilionários aos cofres públicos, até que eles eram descobertos. Então eles mudavam as leis para punir aqueles que os descobriram, aprovavam reformas econômicas e voltavam a roubar em paz.

Bolsonaro: “Por que no Brasil devemos mantê-los (índios) reclusos em reservas como se fossem animais em zoológicos?” Manchete do Globo: “Bolsonaro compara índios em reservas a animais em zoológicos”. A síntese inverte o sentido e denigre quem criticou tratamento dado aos índios.

O #STFVergonhaNacional , sob comando do ministro blindado por amarelões, legislou a favor de criminosos, atacando a Constituição, o Código do Processo Penal, a Lei de Delação Premiada, a inteligência e o bolso dos brasileiros.

A renúncia anunciada de Renan, ao sentir que não teria votos suficientes para vencer a eleição para a presidência do Senado, é uma amostra de como a pressão popular – pacífica, digna, pela força da razão e até do humor – funciona. Os brasileiros precisam recorrer mais a ela.

De Haddad a Bolsonaro: "Você vai tomar uma surra do povo brasileiro no domingo.” Se fosse ao contrário, era ameaça, incitação ao ódio, apologia à violência, quiçá crime contra a humanidade.

Não conseguiram soltar Lula alegando inocência. Não conseguiram atropelar Judiciário brasileiro na ONU. Não encontraram adulteração de provas em mensagens roubadas por estelionatários. Agora vão soltar todos os bandidos alegando prazo simultâneo de alegações finais? Haja vontade!

Não basta ser suplente de vice de presidiário, promovida a vice de poste de presidiário. É preciso, também, ser intermediária de hacker e receptor de material roubado. Um currículo e tanto.

Bolsonaro é o "nazista" que respeita decisão de Israel sobre sua capital, o "fascista" que quer reduzir o tamanho do Estado, o "ditador" que nomeia para a Justiça o juiz querido pelo povo por ter posto corruptos na cadeia. E eu sou o "militante" que contrasta rótulos e realidade.

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